APAE de Mirassol desenvolve projeto com bandagem terapêutica

Fundo de Projetos, desenvolvido com recursos do Vale Cap, tornou possível a implantação de importante projeto em Mirassol

 

Com o objetivo de proporcionar aos usuários diversos progressos motores e no sistema circulatório, como melhoria na sustentação dos músculos, função do músculo, melhorar a circulação linfática e sanguínea diminuindo inchaços, aliviar dores e repor subluxação das articulações, a APAE de Mirassol desenvolveu o Projeto Fita Amiga. A iniciativa tornou-se possível graças ao Fundo de Projetos, criado pela Federação das APAES do Estado de São Paulo (FEAPAES-SP), com recursos do Vale Cap, e tem como objetivo financiar projetos das APAES e proporcionar o aprimoramento do atendimento prestado as pessoas com deficiência.

 

O Projeto Fita Amiga tem como objetivo a aplicação da técnica de bandagem terapêutica, que foi desenvolvida no Japão na década de 70 pelo médico quiropata Kenzo Kase e a metodologia da aplicação, criada e descrita pelo fisioterapeuta Nelson Morini Junior. Trata-se de um método terapêutico tradicional, que utiliza uma bandagem elástica e adesiva para gerar estímulos no auxílio à habilitação e reabilitação física de diferentes disfunções do aparelho locomotor do sistema musculoesquelético e neurológico, obtendo modificações dos padrões de movimentos. 

 

Mudando Vidas

 

O Projeto Fita Amiga - que segue até junho de 2018 -   atualmente atende 70 usuários da APAE de Mirassol, e de acordo com Yara Silvia Sumariva Dalul, psicóloga e elaboradora de projetos da entidade, a técnica tem contribuído com a melhora da qualidade de vida dos participantes do projeto. “Já notamos evolução, e isso é tudo registrado no Protocolo de Evolução. Estamos há três meses fazendo a aplicação e acompanhando a evolução, mas percebemos uma melhora e acreditamos que até o final do projeto vamos perceber mais ainda”, conta Yara. 

 

Estudos comprovam que a técnica de bandagem terapêutica pode contribuir com outras especialidades médicas. O método funciona por meio de estímulos gerados pela força reativa da bandagem que provoca reações curativas na região em tratamento. “Com a técnica, a gente prolonga o efeito das nossas terapias convencionais, a bandagem é como se a minha fonoaudióloga, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional tivessem estendendo o trabalho que já é realizado”, conclui.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação FEAPAES -SP
Cadastrada em: 19/01/2018 10:34:25
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